"Eu corro p'ro mar para não lembrar voce
E o vento me traz o que eu quero esquecer
Esqueci o meu orgulho p'ra voce voltar
Permaneço sem amor, sem luz, sem ar"
Eu arrisqei quase todas as coisas que nunca deveria ter arriscado, eu não falei sem que me perguntasse e mesmo assim, nem sempre falei, eu esforcei-me, eu ignorei-me...até que considerei e mais uma vez perdi. Então, devo dizer que eu nao esqueci o meu orgulho, eu deitei fora o meu orgulho.
Eu pensei que não tinha consideraçao e que, finalmente, consegui estar ao nível do desprezo e conveninencia, isto do que era feito a nossa ocasião, mas infelizmente eu n sou d ferro, eu sou d prata...dá pra dobrar com as maos..com as tuas maos. Eu ainda não cheguei lá, mas até que me fui aproximando disso que tu és...
Quando me dobras, eu quebro sempre, mas eu sempre penso que nao vai quebrar até ao momento que o fazes.
Tou cheia de quebras, que vai fazendo de mim uma pessoa cada vez mais sem piedade entre outros defeitos e aberraçoes que se pode fazer com as pessoas, mas sobretudo piedade.
Um olhar desfeito nao te pesa pois nao? Eu sei que o tenho...
Mas eu nao acho justo fazer com as pessoas que nao merecem aquilo que fazes comigo, por isso, em vez de me massacrar mais e mais tempo, eu vou parar por aqui.
Eu sei que disse isto um ano inteiro e que eu deveria ter cumprido quando eu tinha menos hipotese de fraquejar...mais uma vez...mas desta vez, eu espero ter pelo menos vergonha e mais inteligencia...nao do que tu, mas pra mim.
Que se foda mesmo.
sábado, 12 de junho de 2010
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