Às vezes penso nesta corda presa por um pé que não me deixa chegar onde quero se é que quero mesmo. Cada vez que tento desatar esse nó, desisto, o que depois se vai refletindo no espelho daquilo que nós os dois somos. O meu ânimo enquadra-se na tendência deste ano : tye die...Vai desvanecendo, tal como a minha força, a minha vontade. Já as minhas implicâncias e raiva e ódio aumentam exponencialmente, o que fica tão bem como usar uma saia comprida e larga com uma camisola com os mesmos adjetivos.
E se eu perco? E se eu perder sempre para sempre? De onde vem esta corda gostava eu de saber. A gente só entende que acaba não quando se esta perdido, mas quando é encontrado por alguem. O que eu precisava era mesmo de morrer e nascer de novo, tal como um jogo tipo super mario...recolhia vidas e cada vez que tocasse no limiar da minha vida, começava tudo de novo.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
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